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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Integração Ensino-Serviços



Paulo Pupim



Ideia é desenvolver ações que fortaleçam a saúde pública na região via SUS



Coordenadores dos cursos de Enfermagem e Medicina, da Universidade Estadual de Maringá, se reuniram, hoje (6), no Gabinete da Reitoria, com representantes da 15ª Regional de Saúde, e o reitor e o vice-reitor da UEM, Julio Damasceno e Ricardo Dias Silva, respectivamente.

Participaram do encontro, além de Damasceno e Silva, o diretor da 15ª RS, Ederlei Alkamim; servidores técnicos de departamentos da Regional; e os coordenadores dos cursos de Enfermagem, Grace Jacqueline Aquiles, e de Medicina, Roberto Esteves, ambos professores.

Os participantes discutiram a questão da integração e parcerias da UEM com a Regional de saúde para desenvolver ações voltadas ao desenvolvimento regional da saúde pública e do ensino de graduação em saúde.

Outra pauta foi a elaboração de propostas visando o fortalecimento da Educação Permanente em Saúde na região. Alguns assuntos de relevância para a saúde pública da região, como a atual crise que envolve o Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas (Lepac), da UEM, e o Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), também estiveram na pauta.

A reunião ainda serviu para a discussão de propostas de avanços na integração da UEM com a 15ª RS e outros setores estratégicos do município e região, que resultem em ações de melhoria e consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) na região.

Com sede em Maringá, a 15ª Regional de Saúde, ligada à Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa), engloba 30 municípios, incluindo o de Maringá.

sexta-feira, 26 de abril de 2019

PET-Saúde / Interprofissionalidade



Brasil inicia programa de educação interprofissional com mais de 6.000 participantes

 

 


No dia 1º de abril de 2019, o Brasil iniciou o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde), como parte das ações para implementar o plano de Educação Interprofissional em Saúde (EIP), elaborado pelo Ministério da Saúde, Ministério da Educação, Conselho Nacional de Saúde e universidades, em resposta ao chamado da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS / OMS) no ano de 2016.

O PET-Saúde / Interprofissionalidade tem como objetivo utilizar a EIP para promover mudanças nos cursos de graduação da área da saúde, para implementar a integração ensino-serviço-comunidade com foco no sistema de saúde e o desenvolvimento da docência em saúde.

O programa, que está em sua nona edição e tem duração de dois anos, conta com 6.573 participantes, sendo 1.102 professores, 2.063 profissionais de saúde e 3.288 estudantes de diferentes carreiras da área da saúde, os quais recebem bolsa mensal. 120 projetos elaborados por secretarias de saúde e universidades de todas as regiões do país foram contemplados para desenvolver atividades educacionais com foco na EIP.

A maioria dos projetos aprovados já realizou eventos para marcar o início das atividades do programa.






O que é o PET-Saúde

O PET-Saúde é um programa instituído em 2008 pelos Ministérios da Educação e da Saúde do Brasil que possibilita a aprendizagem em serviços de saúde, por meio da formação de grupos tutoriais, envolvendo estudantes, profissionais saúde, professores e usuários dos serviços de saúde, a fim de promover processos educativos mais próximos da realidade do trabalho em saúde.

Das edições anteriores do programa há evidências de que o PET-Saúde constitui uma importante iniciativa para a implementação da EIP. No entanto, é somente nesta edição que o tema da EIP aparece explicitamente em todo o conjunto normativo do programa.

Prevê-se que, nos próximos dois anos, o PET-Saúde / Interprofissionalidade garantirá a sustentabilidade da Educação Interprofissional e da Prática Colaborativa no Brasil, uma vez que os objetivos do programa buscam atuar em todos os níveis organizacionais, alcançando desde políticas de saúde, diretrizes curriculares, projetos pedagógicos, qualificação docente, apoio institucional, a mudanças nas relações profissionais nos serviços de saúde e instituições formadoras, com a expectativa de formar profissionais mais aptos para o trabalho colaborativo e, consequentemente ofertar uma atenção em saúde de qualidade.

 

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 Nota: A Universidade Estadual de Maringá, em cooperação com a Secretaria de Saúde de Maringá, participa do PET-Saúde / Interprofissionalidade com 5 grupos tutoriais com docentes, discentes e preceptores da gestão e dos serviços. As atividades iniciaram em Abril/2019 e estamos na fase inicial do cumprimento do plano de trabalho acordado.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Integração Ensino-serviços-comunidade





Universidade e Poder Público: Relação entre Universidade e Sistema Único de Saúde. Saúde, Educação e Trabalho Interprofissional

Tiago Rodella
 


Será realizado nesta sexta-feira e sábado, dias 29 e 30 de março, no campus da USP em Bauru, o workshop “Universidade e Poder Público: Relação entre Universidade e Sistema Único de Saúde. Saúde, Educação e Trabalho Interprofissional”.

O evento é uma iniciativa do Curso de Medicina da FOB-USP, com apoio da Diretoria da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB), Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Ministério da Saúde e Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS). A inscrição é gratuita e pode ser feita até esta quarta-feira, 27 de março, pelo site www.hrac.usp.br/eventos. As vagas são limitadas!

Segundo o professor José Sebastião dos Santos, coordenador do Curso de Medicina da FOB-USP e superintendente do Centrinho-USP, o objetivo do workshop é promover uma reavaliação das relações e da cooperação entre entes públicos, sobretudo em função da realidade locorregional e sob a perspectiva da implementação do novo Curso de Medicina e da instalação do Hospital das Clínicas de Bauru.

“De acordo com as últimas diretrizes curriculares, não se pensa mais um curso da área da saúde restrito ao âmbito do campus universitário. Os futuros profissionais precisam ser formados conhecendo a realidade, o dia a dia. Para tanto, precisamos ter uma interação mais próxima entre a Universidade e as áreas de execução na saúde, educação, assistência social e segurança pública, em interface com o Legislativo, Judiciário e Ministério Público, porque essas relações precisam ser formatadas com instrumentos legais de cooperação e de acompanhamento. O evento é um momento oportuno, portanto, para que a cidade e a região façam uma releitura atenta do que já existe em termos de legislação, para que os marcos legais sejam explorados positivamente e as relações de cooperação entre as instituições e esferas de poder se fortaleçam”, pontua o professor.

“A contribuição de cada poder é importante para que essa cooperação se estabeleça do ponto de vista legal, administrativo e, principalmente, operacional, com vistas à produção de bens de natureza social com mais qualidade e também à formação dos futuros profissionais”, ressalta José Sebastião dos Santos.


Programação e participação

De acordo com o programa preliminar, a programação tem início no dia 29 de março (sexta-feira), com dois pré-eventos no período da manhã. Das 8h30 às 9h30, no Anfiteatro do Centrinho-USP, será ministrada a conferência “Marcos teórico-conceituais e metodológicos da educação e do trabalho interprofissional em saúde”. Das 9h40 às 12h, estão programadas atividades práticas de simulação no Núcleo de Educação e Capacitação em Saúde (Necs), nas dependências do Hospital.

No período da tarde, no Teatro Universitário da FOB-USP, das 14h30 às 15h, acontece a abertura oficial do workshop “Universidade e Poder Público”, com as participações de Antonio Carlos Hernandes, vice-reitor da USP; Sandro Roberto Valentini, reitor da Unesp; Eduardo Aguilar Arca, diretor do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Sagrado Coração (USC); Carlos Ferreira dos Santos, diretor da FOB-USP; José Sebastião dos Santos, coordenador do Curso de Medicina da FOB-USP e superintendente do Centrinho-USP; José Henrique Rubo, prefeito do campus USP-Bauru; entre outras autoridades.

Das 15h às 17h, está programado o painel “Universidade e Sistema de Saúde”, que contará com a participação de Maria Aparecida de Andrade Moreira Machado, pró-reitora de Cultura e Extensão Universitária da USP; Gladis Massini-Cagliari, pró-reitora de Graduação da Unesp; José Rodrigues Freire Filho, consultor internacional em recursos humanos em saúde da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), por videoconferência; de representantes do Ministério da Educação, Secretaria Municipal de Saúde de Bauru, associações e conselhos, organizações do terceiro setor; além de autoridades dos poderes Legislativo e Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Contas, Receita Federal e dos sistemas Educacional, de Assistência Social, de Segurança Pública e de Saúde.

A programação prossegue no sábado, 30 de março, no Teatro Universitário da FOB-USP. Das 8h30 às 9h45, acontece o painel e debate “Desafios para a integração entre currículos na educação de profissionais da saúde: A potência para educação interprofissional na graduação”. Das 9h45 às 10h30, será ministrada a conferência “Intencionalidade da educação interprofissional na formação em saúde: Caminhos possíveis”.

Após um pequeno intervalo, das 10h50 às 11h50, está programado o painel “Trabalho interprofissional em saúde: Perspectiva atual e capacidade de movimento dentro do processo de educação permanente”. Encerra a programação do workshop a conferência “Competências colaborativas nas iniciativas de educação interprofissional”, das 11h50 às 12h30.

O público-alvo do evento são autoridades dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), docentes, tutores, preceptores do “Programa PET Saúde – Bauru”, estudantes e pós-graduandos da área de saúde e demais interessados da comunidade.

A inscrição é gratuita e pode ser feita até esta quarta-feira, 27 de março, pelo site www.hrac.usp.br/eventos. As vagas são limitadas! O campus da USP-Bauru fica localizado na Alameda Doutor Octávio Pinheiro Brisolla, 9-75, Vila Universitária.


Integração ensino-serviço-comunidade

O workshop “Universidade e Poder Público” marca o início, em Bauru, do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde/Interprofissionalidade), da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde.

No final de 2018, Bauru teve dois projetos contemplados para o PET-Saúde, um da USP em parceria com a Universidade do Sagrado Coração (USC), e outro da Unesp. Ao todo, 120 projetos foram selecionados em todo o país, para implementarem, nos próximos dois anos, ações de integração ensino-serviço-comunidade utilizando os pressupostos teóricos e metodológicos da Educação Interprofissional em Saúde, com foco no desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os dois projetos de Bauru contam com 120 bolsas concedidas pelo Ministério da Saúde. O projeto da USP, que tem a USC como instituição convidada, conta com 60 bolsas para integrantes dos cursos de Medicina, Odontologia e Fonoaudiologia (FOB-USP) e Enfermagem, Fisioterapia e Nutrição (USC). O projeto envolverá as áreas de Atenção Primária em Saúde, Vigilância em Saúde, Urgência e Emergência, Oncologia e Gestão em Saúde. Tem a participação de 30 estudantes de graduação, 20 preceptores – da Secretaria Municipal de Saúde, do Departamento Regional de Saúde de Bauru (DRS 6) e do setor terciário – e dez docentes.

Já o projeto da Unesp conta com mais 60 bolsas e a participação dos cursos de Ciências Biológicas, Educação Física e Psicologia. A proposta do PET-Saúde Bauru é que os dois projetos trabalhem em conjunto e se complementem.

“É a primeira vez que Bauru é contemplada, em um esforço conjunto da Universidade de São Paulo e da Unesp. Esse projeto é importante porque amplia a interação da Universidade com os serviços municipais e estaduais de saúde. É bom para uma reavaliação da oferta quantitativa e qualitativa, e, ao mesmo tempo, para formar melhor os futuros profissionais e capacitar aqueles que já estão atuando. A Universidade não deve ter muros. Se os serviços tiverem alguma necessidade de capacitação e pudermos ajudar, nós, como Universidade, temos a obrigação de contribuir”, salienta o coordenador do Curso de Medicina da FOB-USP e superintendente do Centrinho-USP, José Sebastião dos Santos.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Agenda de Prioridades de Pesquisa do Ministério da Saúde (APPMS)




Ministério publica agenda com prioridades de pesquisa na saúde

 

 


O Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde publicou a Agenda de Prioridades de Pesquisa do Ministério da Saúde (APPMS). A iniciativa tem o objetivo de alinhar as prioridades atuais de saúde com as atividades de pesquisa científica, tecnológica e inovação e direcionar os recursos disponíveis para investimento em temas de pesquisas estratégicos para o SUS.

A construção da agenda foi realizada em um processo participativo envolvendo todas as sete Secretarias do Ministério da Saúde em todas as etapas, que traz 172 linhas de pesquisa distribuídas em 14 eixos temáticos.

Durante a elaboração da APPMS, os problemas de saúde e de pesquisa foram identificados juntos às áreas técnicas e gestores do Ministério da Saúde. Esses problemas foram priorizados dentro das secretarias e, então, criadas linhas de pesquisa que refletem as necessidades de pesquisa do SUS. O trabalho iniciou em 2017, considerando o conceito amplo de saúde, seus determinantes e condicionantes, por meio da metodologia proposta pelo Global Forum for Health Research (2009) e adaptada para as nossas necessidades.

O documento APPMS não substituirá a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa (ANPPS). Trata-se de um instrumento para subsidiar a destinação de recursos, o planejamento institucional e a tomada de decisão no Ministério da Saúde nos próximos dois anos.

Confira os 14 eixos temáticos: 

Eixo 1 – Ambiente, Trabalho e Saúde
Eixo 2 – Assistência Farmacêutica
Eixo 3 – Avaliação Pós-Incorporação
Eixo 4 – Desenvolvimento de Tecnologias e Inovação em Saúde
Eixo 5 – Doenças Crônicas Não Transmissíveis
Eixo 6 – Doenças Transmissíveis
Eixo 7 – Economia e Gestão em Saúde
Eixo 8 – Gestão do Trabalho e Educação em Saúde
Eixo 9 – Programas e Políticas em Saúde
Eixo 10 – Saúde da Mulher
Eixo 11 – Saúde da População Negra e das Comunidades Tradicionais
Eixo 12 – Saúde do Idoso
Eixo 13 – Saúde Indígena
Eixo 14 – Saúde Materno Infantil

Acesse a Agenda aqui.

 

domingo, 16 de dezembro de 2018

Democracia e Saúde



16ª Conferência Nacional de Saúde


No próximo ano, teremos a 16ª Conferência Nacional de Saúde com tema central "Democracia e Saúde: Saúde como Direito e Consolidação e Financiamento do SUS".
 
O chamado é para retomarmos o ideário da decisiva 8ª CNS e discutirmos sobre os avanços e desafios nestes 33 anos.

A 16º CNS ocorrerá em Brasília nos dias 4-7/08/019 e, espera-se, deve ser precedida de intensos debates nas etapas municipais e estaduais.
 
Para tal, o Conselho Nacional de Saúde preparou um texto de apoio para ser socializado e utilizado pelos conselhos locais,municipais e estaduais e pelas instâncias dos serviços e da academia.
 
 
 
 
 

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

PET-Saúde/Interprofissinalidade




Perguntas Mais Frequentes Sobre o
Edital PETSaúde/
Interprofissionalidade


O Ministério da Saúde do Brasil  por intermédio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) publicou o Edital Nº 10, de 23 julho de 2018, para seleção de projetos para o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-SAÚDE/INTERPROFISSIONALIDADE).

Para a submissão dos projetos encontra-se o documento anexo com as principais orientações e esclarecimentos.

Está disponível também o link para acesso ao documento: https://bit.ly/2B5biyX

Atenciosamente,




1. O que é PET-Saúde?
O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde - PET-Saúde tem como pressuposto a
educação pelo trabalho. Foi instituído no âmbito do Ministério da Saúde e Ministério da
Educação (MEC), em 2008, com o objetivo inicial de fomentar grupos de aprendizagem
tutorial na Estratégia Saúde da Família (ESF), sendo posteriormente estendido para outras
áreas estratégicas do SUS.
O PET-Saúde tem como objetivo promover a integração ensino-serviço-comunidade,
envolvendo docentes, estudantes de graduação e profissionais de saúde para o
desenvolvimento de atividades na rede pública de saúde, de forma que as necessidades dos
serviços sejam fonte de produção de conhecimento e pesquisa em temas e áreas estratégicas
do SUS
O que é PET-Saúde/Interprofissionalidade?
Para essa edição, o Ministério da Saúde, por intermédio da Secretaria de Gestão do Trabalho
e da Educação na Saúde (SGTES), publicou o Edital Nº 10, de 23 julho de 2018, para seleção
de projetos para o PET-Saúde/Interprofissionalidade.
O PET-Saúde/Interprofissionalidade tem como tema central a Educação Interprofissional
(EIP). Essa edição do PET-Saúde faz parte do conjunto de ações do plano de ação do país
para implementação da EIP, conforme acordo estabelecido com a Organização Pan-
Americana de Saúde (OPAS/OMS) e prevê, dentre outras ações constantes no edital, a
qualificação dos processos de integração ensino-serviço-comunidade de forma articulada
entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e as instituições de ensino, de modo a promover a EIP
e a Prática Colaborativa em saúde (PC).
Os projetos deverão propor ações para:
a) Adequação dos cursos às Diretrizes Curriculares Nacionais com foco na
Interprofissionalidade e iniciativas de educação e trabalho interprofissional em saúde
alinhadas aos processos de mudança curricular;
b) Promoção da integração ensino-serviço-comunidade com foco no desenvolvimento do SUS
a partir dos elementos teóricos e metodológicos da EIP e;
c) Desenvolvimento da docência e da preceptoria na saúde para utilização dos fundamentos
teórico-conceituais e metodológicos da EIP.
3. Quem pode participar?
Podem participar do Programa, as Secretarias Municipais e/ou Estaduais de Saúde, em
conjunto com instituições de ensino superior (IES), públicas ou privadas sem fins lucrativos.
Os projetos devem envolver os cursos de graduação da área da saúde reconhecidos pelo
Conselho Nacional de Saúde (CNS).
4. Instituições privadas com fins lucrativos podem participar?
Não, apenas instituições públicas e privadas sem fins lucrativos.
5. É possível enviar mais de um projeto por IES?
Cada instituição deverá apresentar um único projeto por campus.
6. É possível envolver mais de um município no projeto?
Sim, é possível. Conforme edital, o projeto terá que demonstrar o envolvimento das
Secretarias Municipais de Saúde, não apenas com declaração de apoio, mas com a
especificação do papel de cada uma no desenvolvimento do projeto. Além do que o Termo de
Compromisso constante do Anexo II do edital, deverá ser assinado por todos os dirigentes
das instituições envolvidas.
7. Quais são os requisitos para a formulação do projeto?
Os projetos deverão ser elaborados e apresentados conjuntamente pela(s) Secretaria(s)
Municipal(is) e/ou Estadual(is) de Saúde e pela(s) IES, conforme anexo I do edital.
Cada projeto deverá solicitar no mínimo 02 grupos de aprendizagem tutoriais e no máximo
06.



                      Esquema para formulação do projeto



8. Deve haver quantos participantes em cada grupo tutorial?
No mínimo 08 e no máximo 12. Sendo de 04 a 06 estudantes, 02 docentes (sendo 01
coordenador do grupo) e de 02 a 04 preceptores.
9. Quais são os cursos de graduação na saúde reconhecidos pelo Conselho
Nacional de Saúde (CNS) e autorizados pelo Ministério da Educação (MEC) e
que estão aptos a participarem do edital.
São os seguintes: Biomedicina; Ciências Biológicas – Bacharelado; Educação Física;
Enfermagem; Farmácia; Fisioterapia; Fonoaudiologia; Medicina; Medicina Veterinária;
Nutrição; Odontologia; Psicologia; Saúde Coletiva; Serviço Social e Terapia Ocupacional.
10. Sou docente de uma IES que apresenta somente dois cursos da área da
saúde. Posso submeter projeto para o PET-Saúde/Interprofissionalidade?
O edital prevê que o projeto deverá ser submetido envolvendo grupos tutoriais, compostos
por estudantes, preceptores e docentes para a realização das atividades. Os grupos tutoriais
deverão contemplar a participação mínima de estudantes de três cursos de graduação na
saúde distintos. No entanto, é possível que a IES interessada faça contato com outra(s) IES
para a formulação do projeto, de modo a constituir os grupos tutoriais com no mínimo
estudantes de três cursos de graduação da área da saúde distintos. E de forma a atender os
requisitos do edital, poderá submeter o projeto. Para tanto, o Termo de Compromisso
constante do Anexo II do edital, deverá ser assinado por todos os dirigentes das instituições
envolvidas.
11. O coordenador do projeto deverá ser, obrigatoriamente, um representante
da gestão da saúde, como na edição anterior?
Não. Para o Pet-Saúde/Inteprofissionalidade, o coordenador do projeto poderá ser
representante da gestão da saúde ou representante da IES. No entanto, o coordenador do
projeto deverá ser indicado pela gestão local do SUS.
8. E para a coordenação do grupo tutorial? Poderá ser um representante da
gestão da saúde?
Não. Obrigatoriamente deverá ser professor de graduação que esteja em pleno exercício da
docência, envolvido com processo de mudança curricular e de integração ensino-serviçocomunidade,
com ênfase no desenvolvimento de iniciativas interprofissionais, selecionado
por meio de processo seletivo organizado membros das IES e gestor municipal ou estadual de
saúde.
9. A IES a qual eu atuo deseja submeter um projeto juntamente com a gestão
local de saúde. Para a composição do grupo tutorial é permitido que os dois
docentes tenham a mesma formação profissional? Obs.: os dois interessados
são dentistas.
Não. Obrigatoriamente os dois docentes que comporão o grupo tutorial deverão ser de
formações distintas.
10. Os preceptores podem ser da mesma categoria profissional?
Não. Devem ser de 02 profissões distintas, minimamente.
11. É possível submeter o projeto com um grupo tutorial composto por
estudantes, sendo um do curso de enfermagem, um de farmácia, um de
medicina, e um de saúde coletiva?
Sim. O critério é que o grupo tutorial seja composto por minimamente alunos de três cursos
distintos.
12. A gestão local da saúde e a IES do município decidiram que submeterão o
projeto com a solicitação de apenas 01 grupo tutorial. É possível?
Não. Cada projeto deverá solicitar de 02 até 06 grupos tutoriais.
12. É obrigatório que a IES interessada em submeter o projeto PETSaúde/
Interprofissionalidade tenha o curso de medicina, como na edição
anterior?
Não. Neste edital não é obrigatório que no projeto conste a participação de estudante de
curso de medicina. É obrigatório que contemple estudantes, sendo no mínimo de três cursos
de graduação distintos da área da saúde, reconhecidos pelo CNS.
13. O coordenador do projeto está incluído no quantitativo de participantes do
Grupo tutorial? Não. Os grupos tutorias deverão ter no mínimo 08 e no máximo 12
participantes e o coordenador do projeto não está incluído neste quantitativo.
14. E o coordenador do grupo tutorial?
Este sim.
15. Meu município ainda não assinou o COAPES, como faço?
A ideia não é ter o COAPES pronto ou assinado no momento do envio do projeto para o
Edital do PET-Saúde/Interprofissionalidade, mas sim que apresentem um plano para o
desenvolvimento do processo de contratualização. O projeto precisa apontar como se dará
esse processo no território, quem será envolvido, como será organizado, quem se
responsabilizará pelo processo, quais pontos/pautas entendem que precisam contempladas
pela contratualização.
16. Como deve ser o processo de seleção dos preceptores de tutores no serviço?
O Edital propõe que seja feito um processo seletivo para todos os participantes. A forma
como esse processo ocorrerá e os critérios de seleção deverão ser definidos conjuntamente
pelas instituições envolvidas, considerando também o que estabelece o Edital.
17. Quais os prazos para o Edital?
Apresentação das propostas - 01/08/2018 a 14/09/2018 (23 horas e 59 minutos, horário de
Brasília)
Publicação dos resultados – 29/10/2018
Apresentação de recursos - três dias úteis após a publicação dos resultados
Publicação do resultado final – 09/11/2018
18. Uma vez divulgado o resultado do edital, quais os próximos passos?
Após a divulgação do resultado, haverá um prazo para as adequações dos projetos, caso
sejam solicitadas pela Comissão Técnica, e para seleção dos estudantes. Depois irão cadastrar
os participantes no Sistema de Informações Gerenciais do PET-Saúde.
19. Quando se inicia a vigência do projeto?
A previsão é iniciarmos os projetos em novembro, com a realização de atividades de
planejamento das ações e orientações, conforme prevê o cronograma do edital.
20. Onde posso encontrar materiais para auxiliar na elaboração do projeto?
No anexo III do edital, há um conjunto de referências.

Aqui disponibilizamos o endereço eletrônico do Ministério da Saúde para acesso a
publicações sobre o tema da Educação Interprofissional (EIP).

http://portalms.saude.gov.br/trabalho-educacao-e-qualificacao

Para entender um pouco mais sobre o tema, acesse o nosso curso sobre Educação
Interprofissional em Saúde, disponibilizado no Ambiente Virtual de Aprendizagem -

AVASUS
https://avasus.ufrn.br