quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Revista Brasileira de Educação Médica

Prezados colegas,
informamos que o terceiro número do volume 32 da Revista Brasileira de Educação Médica já está integralmente disponível para consulta e leitura na Scielo.

Contribua com nossa Revista: leia, cite, debata, escreva!
Abraços
Sergio Rego
Editor da Rbem

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=0100-550220080003&lng=pt&nrm=iso

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Eles podem inspirar a busca por soluções

Nos países que contam com os melhores sistemas educacionais a valorização da profissão docente é a chave para garantir a qualidade

Ana Rita Martins, Beatriz Santomauro e Rodrigo Ratier

Como os países com os melhores sistemas educacionais do planeta conseguiram esse feito? Em busca de respostas a essa pergunta, um recente estudo da consultoria americana McKinsey, chamado Como os Sistemas Escolares de Melhor Desempenho do Mundo Chegaram ao Topo, identificou as medidas que levam esse seleto grupo de nações aos lugares mais altos nos rankings dos exames internacionais. As descobertas foram sintetizadas em quatro lições: selecionar os melhores professores, cuidar da formação docente, não deixar nenhum aluno para trás e capacitar equipes de gestores. Com exceção dessa última medida, relativa à importância da liderança escolar, as outras três confirmam algo que inúmeros estudos anteriores já apontavam: a qualidade do professor é a característica que mais influencia a aprendizagem.


*** Aproveito para parabenizar todos os professores pelo Dia 15/10 *** Administrador

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Casa de Ferreiro, Espeto de Pau

CFM divulga estudo sobre saúde dos médicos do Brasil

O CFM acaba de divulgar o livro "O Perfil da Saúde dos Médicos do Brasil", fruto de pesquisa realizada entre os médicos em atividade no Brasil no ano de 2007. O estudo mostra que os profissionais são negligentes com a promoção da própria saúde e têm altos níveis de adoecimento.
O trabalho na íntegra pode ser acessado em:

www.portalmedico.org.br/include/asaudedosmedicosdobrasil.pdf

sábado, 4 de outubro de 2008

Risco Psicossocial entre Médicos e Estudantes de Medicina

Research article

Psychosocial health risk factors and resources of medical students and physicians: a cross-sectional study
Edgar Voltmer , Ulf Kieschke , David LB Schwappach , Michael Wirsching and Claudia Spahn

BMC Medical Education 2008, 8:46doi:10.1186/1472-6920-8-46


Published: 2 October 2008

Abstract (provisional)
Background
Epidemiological data indicate elevated psychosocial health risks for physicians, e. g., burnout, depression, marital disturbances, alcohol and substance abuse, and suicide. The purpose of this study was to identify psychosocial health resources and risk factors in profession-related behaviour and experience patterns of medical students and physicians that may serve as a basis for appropriate health promoting interventions.

Methods
The questionnaire "Work-Related Behaviour and Experience Patterns (AVEM)" was administered in cross-sectional surveys to students in the first (n=475) and in the fifth year of studies (n=355) in required courses at three German universities and to physicians in early professional life in the vicinity of these universities (n=381).

Results
Scores reflecting a healthy behaviour pattern were less likely in physicians (16.7%) compared to 5th year (26.0%) and 1st year students (35.1%) while scores representing unambitious and resigned patterns were more common among physicians (43.4% vs. 24.4% vs. 41.0% and 27.3% vs. 17.2% vs. 23.3 respectively). Female and male responders differed in the domains professional commitment, resistance to stress and emotional well-being. Female physicians on average scored higher in the dimensions resignation tendencies, satisfaction with life and experience of social support, and lower in career ambition.

Conclusions
The results show distinct psychosocial stress patterns among medical students and physicians. Health promotion and prevention of psychosocial symptoms and impairments should be integrated as a required part of the medical curriculum and be considered an important issue during the further training of physicians.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Sobre a CAEM

A nossa Escola aderiu ao Projeto CAEM e a execução na UEM é da Profª Elisabete Kobayashi.
Segue o texto de apresentação da equipe do projeto
.



Comissão de Avaliação das Escolas Médicas (CAEM) é uma das comissões da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM) formada por professores estudiosos envolvidos com avaliação no âmbito da educação médica, com a participação de representação discente. Foi constituída no ano de 2006, tendo sua primeira reunião em março do mesmo ano, onde discutiu amplamente e aprovou o Projeto Avaliação de Tendências de Mudanças no Curso de Graduação das Escolas Médicas Brasileiras, baseado no trabalho de tese de doutorado de Lampert (ENSP/Fiocruz, 2002).

Esta comissão surge em virtude da participação ativa da ABEM na discussão e na construção do processo de avaliação da Educação Médica Brasileira, tendo consciência das dificuldades das escolas realizarem mudanças na formação do médico de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais (MEC, 2001).

A CAEM tem a perspectiva de potencializar o entendimento da avaliação como processo democrático e construtivo, tendo como objetivos neste trabalho: promover e acompanhar as mudanças nas escolas médicas para atender às Diretrizes Curriculares com perspectivas a consolidação do SUS; e incentivar e apoiar a construção do processo de avaliação (auto-avaliação, avaliação externa, meta-avaliação) em cada escola médica no atendimento aos princípios do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) (MEC, 2004).

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Universidades criticam novo índice do MEC

Universidades criticam novo índice do MEC

Federais dizem que comparação entre instituições grandes e pequenas distorce o resultado; UFRJ vai propor mudança

Natália Soares e Demétrio Weber
RIO e BRASÍLIA.
Um dia após o Ministério da Educação (MEC) divulgar o novo indicador que reprovou um terço das instituições de ensino superior, dirigentes de universidades públicas e privadas criticaram ontem o índice. Eles argumentam que o IGC não é capaz de refletir a qualidade de uma instituição e tampouco permite a comparação de estabelecimentos de tamanhos diferentes. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vai propor ao MEC que se faça uma diferenciação em seus critérios, de acordo com o tamanho das universidades.

- Quando este índice é aplicado a várias universidades de tamanhos e realidades diferentes, pode causar distorção. Da forma como está sendo feito, uma universidade com um curso de pós-graduação bem conceituado e cinco de graduação com boas notas, pode se sair melhor do que uma universidade com muito mais cursos - disse a pró-reitora de Graduação da UFRJ, Belkis Valdman.

A UFRJ obteve a sétima posição entre as melhores universidades do país, atrás de instituições menores como a Universidade Federal de Viçosa e a Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Para a decana do Centro de Ciências da Matemática e da Natureza, Ângela Rocha dos Santos, o ranking não aponta a real posição da universidade:

- No cenário nacional, a UFRJ certamente ocupa os primeiros lugares em qualidade. Estas avaliações em grande escala são importantes para o ministério direcionar políticas públicas, mas acho que rankings não dizem muita coisa. Estão comparando laranjas com maçãs. As universidades menores têm vantagens na comparação.

Ressalvando que são favoráveis à avaliação, reitores temem prejuízo à imagem dos centros de ensino.

- O indicador é um avanço, mas não conseguiu captar a universidade como um todo. O MEC precisa dialogar mais. Depois que divulga os resultados, não adianta fazer seminário - disse Amaro Lins, presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

Lins é reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que está na 22ª posição no ranking de 173 universidades. Segundo ele, a UFPE oferece mais de 80 cursos contra apenas um da Escola Brasileira de Economia e Finanças, da Fundação Getúlio Vargas, do Rio, que atingiu a nota mais alta.

- A contribuição de uma universidade com 40 cursos muito bons será mais significativa do que uma com apenas três.

"Os alunos não têm compromisso com o exame"

O presidente da Associação Brasileira de Mantenedores de Ensino Superior (Abmes), Gabriel Mário Rodrigues, disse que as instituições públicas têm melhores notas, na média, porque recebem alunos do ensino básico privado. Falando em nome do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular, Rodrigues criticou o Enade, que serve de base para o novo Índice Geral de Cursos (IGC) das instituições. O IGC também considera as notas de mestrados e doutorados avaliados pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).

- Os alunos não têm compromisso com o exame - disse Rodrigues.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

UEM: IGC 341 / Faixa 04

Sem USP e Unicamp, MEC aponta Unifesp como a melhor entre as públicas

UOL - 08/09/2008.


A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) está no topo do ranking das universidades públicas com melhor desempenho, segundo o novo indicador de qualidade do MEC (Ministério da Educação) divulgado nesta segunda-feira (8). A avaliação, no entanto, não inclui a USP (Universidade de São Paulo) e a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), entre outras públicas.

Os dados, chamados de IGC (Índice Geral de Cursos da Instituição), foram divulgados pela primeira vez pelo MEC. O índice sintetiza, para cada instituição, a qualidade de todos os seus cursos de graduação, mestrado e doutorado, distribuídos em campi e municípios onde a instituição atua.

A Unifesp, cuja cúpula renunciou há duas semanas devido a denúncias de irregularidades, obteve nota 439 de uma escala que vai de 0 a 500.

Entre as públicas que tiraram menos de 200 (referente aos conceitos 1 e 2) estão a Uncisal (Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas), com 149, e a UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia), com 176.

Segundo o MEC, as instituições com notas 1 e 2 não passarão por vistoria, como acontece com os cursos com baixo desempenho no Enade. "O IGC vai influenciar no recredenciamento da instituição, que pode ser liberado sem nenhuma exigência ou com termo de compromisso para melhora. No limite, pode até não ser recredenciada", disse o ministro da Educação, Fernando Haddad, na divulgação dos dados em Brasília.

Instituições estaduais não são obrigadas a fazer as avaliações realizadas pelo Inep --por isso, USP e Unicamp ficaram de fora, da mesma maneira que não participam do Enade. "A adesão é voluntária no sistema estadual, mas eu lamento porque a presença dessas instituições daria mais solidez a esse sistema e puxaria o referencial para cima", afirmou Haddad.

Avaliação
Foram avaliadas 173 universidades, 131 centros universitários e 1.144 faculdades isoladas e integradas. Do total, 35,5% das instituições públicas têm percentual de IGC 4 e 5. Entre as instituições privadas, essa proporção é de 4,9%.

Segundo o MEC, as que ainda não tiveram o seu indicador calculado são instituições novas, que não possuem concluintes em seus cursos.

Cálculo
No cálculo do indicador, são utilizados a média do CPC (conceito preliminar do curso) e o conceito fixado pela Capes para a pós-graduação. A média dos conceitos dos cursos é ponderada pela distribuição dos alunos entre os diferentes níveis de ensino (graduação, mestrado e doutorado).

Para esta edição, foram utilizados os CPCs referentes às edições do Enade no período de 2005 a 2007. Esse indicador de cursos considera, além de resultados de avaliação de desempenho de estudantes, infra-estrutura e instalações, recursos didático-pedagógicos e corpo docente.

A nota da Capes é referente à avaliação do triênio de 2004 a 2006.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Degola começa pelos Cursos de Direito

MEC corta mais da metade das vagas de cursos de direito no país; SP é campeão das reduções
UOL Educação


A partir de 2009, os vestibulandos de direito terão 24.380 vagas a menos para concorrer nos processo seletivos de 19 Estados. Esse é o total de vagas reduzidas pelo MEC (Ministério da Educação), depois de uma supervisão que avaliou 81 cursos com baixo desempenho no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). Até este ano, eram oferecidas 45.042.

O Estado de São Paulo concentra o maior número de corte: são 15.063 vagas distribuídas em 20 faculdades. Desse total, 8.465 são somente na Unip (Universidade Paulista). "Tínhamos mesmo um excesso de vagas que não eram preenchidas, mas já adotamos todas as medidas do MEC. O vestibular de meio de ano foi feito já com esse corte, disse o diretor geral da instituição, João Augusto Nasser.

O Rio de Janeiro vem na cola, com 14 instituições na lista e 3.351 vagas a menos. A listagem divulgada pelo MEC continha erros de digitação, como o caso da Universidade Santa Cecília, que apontava o fechamento do curso. O ministério retificou e informou que a instituição terá 50 vagas cortadas das 350 oferecidas.

A intenção do ministério é que a redução diminua o número de estudantes por professor e, com isso, melhore a qualidade do ensino no bacharelado de direito.


Supervisão
O processo de supervisão começou em outubro de 2007, quando 81 cursos de direito foram notificados pelo MEC. Essas graduações não atingiram nota 3 no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), que vai de 1 a 5, nem no IDD (Indicador de Diferença do Desempenho), que avalia estudantes no fim do curso. Os cursos também apresentaram baixos índices de aprovação no exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

Em janeiro de 2008, 29 cursos assinaram termo de saneamento de deficiências com o MEC, eliminando cerca de 6,3 mil vagas. Em maio, mais 22 cursos assinaram o termo de compromisso e diminuíram 14,2 mil vagas. Os 30 restantes passaram por verificação in loco entre os meses de maio e junho. Em julho, também assinaram o documento e reduziram em torno de 3,6 mil vagas.

O termo de saneamento de deficiências define medidas específicas para cada instituição, incluindo a redução do número de vagas, e tem validade de até 12 meses a partir da assinatura. Depois deste período, a instituição será reavaliada pelo MEC.

Além da redução de vagas, são previstas outras ações, como melhoria do perfil do corpo docente (titulação e regime de trabalho), estruturação do núcleo de prática jurídica, reorganização de turmas, revisão do projeto pedagógico, adequação da estrutura física e dos recursos de apoio e aquisição e manutenção de equipamentos e sistemas.

Uma comissão de especialistas da Secretaria de Educação Superior vai acompanhar agora o cumprimento dos termos. No último dia 13, os 29 cursos que assinaram o compromisso em janeiro apresentaram relatórios parciais do andamento da implementação das medidas propostas. Em novembro, será a vez das 22 instituições seguintes prestarem contas e em fevereiro de 2009, as 30 últimas.

Em julho de 2009, os 81 cursos já deverão ter cumprido todas as metas e passarão por nova avaliação do Enade. Se as medidas acordadas não foram cumpridas, o curso corre risco de ser descredenciado e fechado. Segundo o MEC, os estudantes matriculados não serão afetados, e as reduções de vagas só valem para os próximos vestibulares.

CURSOS QUE TIVERAM MAIS REDUÇÃO DE VAGAS
Universidade Paulista Assis (SP) 89,78%
Faculdades Integradas de São Carlos São Carlos (SP) 88,88%
Universidade Camilo Castelo Branco São Paulo (SP) 82,83%
Universidade Camilo Castelo Branco Fernandópolis (SP) 78%
Centro Universitário Metodista Bennett Rio de Janeiro (RJ) 74,19%
Universidade Paulista Manaus (AM)72,33%
Universidade Paulista São José dos Campos (SP) 71,19%
Centro Universitário Plínio Leite Niterói (RJ) 65,62%
Universidade Paulista Santos (SP) 62,23%
Universidade Iguaçu Nova Iguaçu (RJ) 63,39%

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Validação de Diplomas Estrangeiros


ANDIFES apoia projeto de validação do diploma estrangeiro de medicina
Por Danielle Sousa - Andifes
21 de agosto de 2008 15:46


O Conselho Pleno da Andifes, decidiu na última reunião, nos dias 12 e 13 de agosto, que irá apoiar o processo de validação do diploma estrangeiro de medicina. Nessa fase, será implantado um projeto piloto que contempla apenas aqueles que obtiveram o diploma de medicina em Cuba, mas pensado no sentido de resolver a situação dos brasileiros formados no exterior.

O projeto foi encaminhado à Andifes pela comissão de revalidação do diploma coordenada pelo Ministério da Saúde, Ministério da Educação e Ministério das Relações Exteriores e também formada por representantes da Andifes, ABRAHUEM, Conselho Federal de Medicina, Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Ensino Médico.

Durante a apresentação da reitora Ana Dayse (UFAL), foi mostrado levantamento a respeito do contexto nacional em relação à situação da formação médica que apontando que atualmente existem 171 cursos de medicina no Brasil, formando 14 mil médicos por ano. Sobre a situação de brasileiros cursando medicina no exterior, o levantamento estima que o número chegue a 10 mil. Somente em Cuba, atualmente há 227 brasileiros nessa situação. É o país com maior número seguido por Argentina e Bolívia.

Dentre os fatores que influenciam a necessidade da revalidação do diploma médico obtido no exterior estão a alta demanda de alunos, a pressão das entidades médicas, da sociedade e das relações internacionais, principalmente no contexto da globalização e a forte inserção desse assunto no conjunto de medidas de políticas públicas do Ministério da Saúde. Há ainda o agravante que muitos desses alunos formados no exterior estão exercendo a profissão clandestinamente no Brasil.

Outro fator determinante para decisão da revalidação é o protocolo de intenções assinado entre Brasil e Cuba em outubro de 2003, em que há um programa de formação médica com a Escola Latino-Americana de Medicina, através do qual o Brasil se compromete no envio de alunos que são selecionados pela embaixada Cubana, conforme critérios especiais: brasileiros de baixa renda e oriundos de comunidades carentes, aprovados em exame de aptidão e entrevista, além de seis meses de nivelamento.

O projeto apresentado foi elaborado após sucessivas reuniões de trabalho e apresenta a estratégia de construir um processo isonômico, que busca atender graduados em estabelecimentos estrangeiros de educação superior. Foram feitas duas visitas à Cuba, uma em 2004 e outra mais recente em fevereiro deste ano, na qual 27 reitores puderam constatar as condições do ensino médico naquele país.

Durante a Reunião também foram discutidas algumas premissas para instalação do projeto nas universidades, como o emprego de tecnologia adequada para qualificar o processo, no sentido de avaliar o conhecimento dos alunos e a instalação de comissões de revalidação específicas em cada universidade.

O Presidente da ANDIFES, reitor Amaro Lins, solicitou às instituições que apoiem o projeto e levem a discussão para os cursos dentro do âmbito de cada universidade.

domingo, 10 de agosto de 2008

OSCE


Recentemente realizamos a primeira avaliação com o OSCE (Objective Structured Clinical Examination) para a turma de sextanistas. Mais do que uma avaliação discente, esta, com certeza foi uma avaliação para o docente. Tivemos um feed-back instantâneo de algumas deficiências práticas em nosso dia a dia no internato, que nos faz pensar que coisas básicas nem sempre são elementares. É preciso ver o que o nosso aluno pensa e faz na prática, para termos a noção do que não passamos a eles por acharmos que seja óbvio. Esta avaliação nos serviu muito e provavelmente nos conduzirá à discussões interessantes dentro do departamento de Medicina. Os professores avaliadores escolheram o tema de cada estação, baseado em procedimentos rotineiros de cada área. O nervosismo dos alunos foi evidente nesta avaliação, que pela primeira vez utilizou a modalidade OSCE. Sem saber exatamente o que iriam encontrar em cada estação, alguns demonstraram preocupação com o que seria avaliado, mas no final cumpriram cada etapa adequadamente.